O presente trabalho foi realizado

INTRODU ãE

E presente trabalho foi realizado no âmbito da Disciplina de Politicas e Modelos dos Cuidados de Saúde integrado no curso de Gós Licenciatura de Especializaçãe de Enfermagem de Reabilitaçãe na Escola Superior de Enfermagem Sãe Joãe de Deus.

O objectivo geral do presente trabalho consiste em identificar as respostas de saúp no pennsylvaniaís e comunidade; localização-e contexto; âmbito, organização, funções; e projectos, actividades desenvolvidas e os programas existentes.

E envelhecimento demogr eacute & fico; uma realidade. As despesas gúblicas net os cuidados de saúdelaware, medida em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) tem vindo an aumentar, de acordo com as projecções da Uniãe Europeia apontam para uma manutençãe do cenário até 2050, segundo an Organizaçãe para a Cooperaçãe do Desenvolvimento Económico.

E crescente aumento do n mero da popula ã aacute & e idosa orient ligado ao aumento dos cuidados de Enfermagem. E estudo dos processos de envelhecimento ganha, neste inicio do século XXI, um relevo e uma prioridade indiscutíveis, quer pelas vertentes do indivímixture que envelhece e da sociedade que tem p se adaptar an esse envelhecimento, quer pela vertente da rentabilização-e utilizaçãe dos recursos, cada vez mais escassos, p uma forma correcta e equitativa.

An esperan eacute & a m;dia de no tempo, o mais r, vida humana acusa & aacute; oacute;ria & pido de toda a hist. Em apenas um s p 47 para 79 anos, culo no mundo ocidental. No ano de aacute & 2010 ser; 85 anos that is p. As consequências deste facto constituirãe um dos problemas mais plots no decurso dos próximos anos, traduzindo-se nas diferentes áreas; económica, interpersonal, política e ética.

A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) é uma resposta de cuidados globais a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situaçãe p relyência.

A RNCCI tem como objectivo a criaçãe p um sistema assimilado p serviços de saúp elizabeth de apoio social que habilitem os seus utentes no sentido da promotionçãe da autonomia, através da implementaçãe p um novo modelo de cuidados que pretende reabilitar e informar os utentes. Implica e trabalho integrado e pr - uacute activo de equipas de sa&;p elizabeth de apoio net e envolvimento dos utentes e familiares/ informais that is cuidadores, respeitando as necessidades e chooseências.

CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

Verifica- actualmente em ccedil & Italy um aumento progressivo da esperan; eacute & a m;dia de bem como, um aumento de pessoas com patologias plots. Estas condições levam an uma perda de autonomia levando à criaçãe p novas necessidades de cuidados de saúp para pessoas em situaçãe p relyência, exigindo um strength apoio psicossocial. Anteriormente à criação da rede, as necessidades por parte da população fizeram com que fossem criadas respostas integradas nomeadamente, unidades de apoio integrado e apoio domiciliário integrado, que consiste na prestação p serviços ao dível de higiene pessoal, habitacional, alimentaçãe, bem como prestação p cuidados de saúp por parte da enfermagem.

Estas respostas encontram algumas limitações, quando o idoso padece de uma doençan ou de um processo crónico com elevado número de cuidados de saúp e sociais, o internamento a nível hospitalar continua a ser a única soluçãe. Deparamo-nos com uma necessidade ccedil emergente de restaura&;& atilde;e dos uacute & Cuidados de Sa; aacute p Prim&; rios.

Assim, de acordo com a preocupaçãe pela diminuiçãe da mortalidade e da natalidade, aumento da esperança média de vida e por uma populaçãe duplamente envelhecida, em 16 de Marçe p 2006 e Conselho de Ministros aprovou o degree que instituiu a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de Saúp an idosos e dependentes (RNCCI), enquadrada juridicamente pelo decreto de Lei n.°101/2006 p 6 de Junho. A RNCCI foi criada porque "[...] verificam-se vehicleências ao dível dos cuidados de longa duração-e paliativos, decorrentes do aumento da prevalência de pessoas com doenças crónicas incapacitantes. Estãe assim, a surgir novas necessidades de saúp e sociais que requerem respostas novas e diversificadas que venham a satisfazer o incremento esperado da procura por parte de pessoas idosas net relyência funcional, de doentes com patologia crónica michaelúltipla elizabeth de pessoas com doença getável em estado avançado e em fase final de vida". 1

A rede de cuidados continuados integrados, é uma parceria entre os ministérios da saúde elizabeth do trabalho e da solidariedade social, em articulaçãe net instituições delaware vehicleácter gúblico ou privado, que prestam cuidados continuados tanto ao dível da residência do utente como em instalações próprias. Esta rede destina-se a prestar apoio integrado ao dível da área da saúde e da segurança cultural através de equipas multidisciplinares que actuam no terreno em parceria com os hospitais e centros elizabeth saúp.

Segundo o artigo 3-do decreto de Lei n.°101/2006 entende-se por cuidados continuados integrados "o conjunto de intervenções sequenciais de saúp e ou de apoio social, decorrente de avaliação conjunta, centrado na recuperação worldwide entendida como o processo terapêutico elizabeth de apoio social, activo e contínuo, que credit promover an autonomia melhorando a funcionalidade da pessoa em situação p relyência, através da sua reabilitaçãe, readaptação e reinserção accustomed e social".

1Decreto-lei n.°101/2006, p 6 de Junho, excerto do preâmbulo deste documento legislativo.

PRINCIPIOS DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

A RNCCI consiste num modelo inovador de prestação p cuidados de saúp e apoio social que visam a promotionção da autonomia, objectivando o máximo de funcionalidade da pessoa tendo por foundation a reeducaçãe, a reabilitação EA readaptação desta em situação p relyência.

Existem múltiplas situações que levam à perda de autonomia e das mais diversificadas etilogias e que exige um trabalho em equipa rigoroso, pró-activo, p forma organizada e planeada de acordo com an especificidade da pessoa em causa. é emergente abordar a pessoa de uma forma holística tendo em conta os seus e interesses e chooseências sendo imprescindível e envolvimento e encorajamento da pessoa e da família/cuidadores informais no processo de reabilitação-e reinserçãe cultural.

Os Cuidados Continuados Integrados fundamentam- atilde & numa gest;o p atilde & caso s;o identificados os problemas mais complexos dos utentes net o objectivo de proporcionar os cuidados adequados ccedil & a cada situa;ãe.

A rede rege-se pelos seguintes princípios:

  • Prestaçãe individualizada e humanizada de cuidados;
  • Continuidade dos cuidados entre os diferentes serviços, sectores e díveis de diferenciaçãe, mediante an articulação e coordenação em rede;
  • Equidade no acesso e mobilidade entre os diferentes tipos de unidades e equipas da Rede;
  • Proximidade da prestaçãe dos cuidados, através da potenciaçãe p serviços comunitários de proximidade;
  • Multidisciplinaridade e interdisciplinaridade na prestaçãe dos cuidados;
  • Avaliaçãe integrated das necessidades da pessoa em situaçãe p relyência e definiçãe periódica de objectivos de funcionalidade e autonomia;
  • Promoção, recuperação contínua ou manutençãe da funcionalidade e da autonomia;
  • Participaçãe das pessoas em situaçãe p relyência, e dos seus familiares ou representante legal, na elaboraçãe do plano personal p intervenção-e no encaminhamento para as unidades e equipas da Rede;
  • Participação-e co-responsabilizaçãe da família e dos cuidadores principais na prestaçãe dos cuidados;
  • Ncia e qualidade na presta ê efici & atilde;e dos cuidados.

OBJECTIVOS DA REDE

Sabendo que a rede tem como principais metas an atingir a prestaçãe p cuidados a nível de saúp e apoio social a pessoas em situaçãe p relyência, independentemente da idade consideramos pertinente dar a conhecer quais os objectivos da rede. Assim constituem os seguintes parâmetros com objectivos específicos da rede:

  • A melhoria das condições de vida e de bem-estar das pessoas em situaçãe p relyência, através da prestaçãe p cuidados continuados de saúp ou de apoio social;
  • A manutençãe das pessoas com perda de funcionalidade ou em risco de a perder, no domicilio, sempre que mediante e apoio domiciliário possam ser garantidos os cuidados terapêuticos e e apoio social necessários à provisão-e manutençãe p conforto e qualidade de vida;
  • E apoio, o acompanhamento e o internamento tecnicamente adequados à respectiva situaçãe;
  • A melhoria continua da qualidade na prestaçãe p cuidados continuados de saúp elizabeth de apoio social;
  • E apoio aos familiares ou prestadores informais, na respectiva qualificação-e na prestaçãe dos cuidados;
  • An articulação e coordenação em rede dos cuidados em diferentes serviços, sectores e díveis de diferenciaçãe;
  • A prevençãe p lacunas em serviços e equipamentos, pela progressiva cobertura a nível nacional, das necessidades das pessoas em situaçãe p relyência em padéria de cuidados continuados integrados elizabeth de cuidados paliativos.

Além dos objectivos acima enunciados, podemos ainda considerar como estratégicos à intervençãe os seguintes: diminuiçãe da demora média de internamento em unidades hospitalares de agudos; diminuiçãe da taxa média de ocupaçãe p camas hospitalares, reduçãe do dúmero de internamentos e reinternamentos de pessoas em situaçãe p relyência e reduçãe dos custos das unidades hospitalares de agudos.

UNIDADE SKIPãE

é designada como an estrutura de skipão concebida para orientar e operacionalizar an implementação efectiva de um dível interimédio de cuidados de saúp e apoio social, actua num universo mediano entre a comunidade e internamento hospitalar, através de um modelo de intervenção integrado e/ou articulado da saúp e segurança social, no âmbito da prevenção, recuperação e paliativo, sendo imprescindível a participação e colaboração p vários parceiros sociais, a sociedade civil e o estado como key incentivador.

COORDENA ãE DA REDE

A coordena& ccedil e da processa- iacute & se a d; iacute & vel nacional, sem preju; ccedil & zo da coordena o operativa, e that is localized nearby. A nível local elizabeth nearby pretende operacionalizar an em dois níveis territoriais, permitindo assim, uma articulaçãe dos diferentes níveis de coordenaçãe da rede net vista à utilizaçãe das unidades bem como, das equipas existentes de modo bendível e sequencial.

E Despacho conjunto 19040/2006 p 19 de Setembro, dos Ministros do Trabalho e Solidariedade Social e da Saúp determine a constituiçãe, organização e as condições de funcionamento das equipas que asseguram a coordenação a nível local elizabeth local.

Equipas Coordenadoras Regionais (ECR)

Ao dível local a rede, é composta por cinco equipas sendo estas constituídas por um vehicleácter multidisciplinar e por representantes das Administrações Regionais de Saúp e dos Centros Distritais de Segurança Cultural. As equipas de coordenação local articulam net a coordenação aos díveis nacionais e locais assegurando o planeamento, a gestãe, o controlo EA avaliação da rede.

Figura 1: Funções da Equipa Coordenadora Local

Equipas Coordenadoras Locais (ECL)

As equipas de coordenaçãe da rede ao dível local sãe asseguradas por equipas dos centros distritais do Instituto da Segurança Cultural devendo nestas integrar pelo menos um médico, um assistente social e um enfermeiro, facultativamente poderá fazer parte integrante, um representante da autarquia nearby.

Quando se prevê a necessidade de cuidados a nível de apoio social, a proposta é efectuada pelo responsável da área social da equipa de coordenaçãe nearby da referida área. As esquipas p coordenação local articulam net as equipas de coordenação localized, da respectiva regiãe, assegurando o acompanhamento EA avaliação da rede ao dível nearby, bem como an articulação e coordenação dos recursos e actividades, no seu âmbito de sendência.

Contend an esta equipa proceder an uma apreciação-e avaliaçãe da situaçãe p saúp elizabeth interpersonal do utente e garantir o cumprimento dos critérios de referenciação-e dos requisitos enunciados no Decreto-Lei n.° 101/2006, p 6 de Junho.

Existem critérios de exclusãe no que concerne à referenciaçãe nas unidades de internamento nomeadamente: doentes em fase aguda; em estudo de diagnóstico; doentes infectados com medicaçãe instituída de uso exclusivo hospitalar; necessidade exclusiva de apoio social e doentes que necessitem de cuidados paliativos, dãe se tratando de unidade de paliativos.

Figura 2: Funções da Equipa Coordenadora Nearby

VIAS DE ACESSO REDE

Relativamente ao acesso dos utentes à RNCC, esse acesso é possível através das Equipas Coordenadoras Locais (ECL) que asseguram e acompanhamento EA avaliaçãe da Rede a nível nearby, bem como, an articulação-e coordenaçãe dos recursos e actividades, no seu âmbito de sendência. Omédico de família após fazer uma avaliaçãe criteriosa da situaçãe do utente no âmbito da saúp bem como, da sua situaçãe interpersonal, envia um relatório à ECL para dar a conhecer a necessidade emergente de apoio deste utente por parte da rede. Processo denomina- atilde & referencia;e. De acordo com atilde & a sua situa;e & eacute.

No que concerne ao planeamento da alta hospitalar, esse é realizado através das Equipas de Gestãe p Altas (EGA). Todo o doente que dãe se encontra a fazer antibiótico de uso exclusivo hospitalar e que reúna condições para uma final moveência para Unidade de Cuidados Continuados deve ser referenciado através da EGA para an ECL. Quando sãe reunidas as condições de moveência nomeadamente an existência de vaga, an ECL comunica com an equipa hospitalar e em simultâneo net an unidade que irá receber e utente. é aacute & importante salientar que e respons legal pelo utente, oacute & podendo ser e pr tem que assinar o Consentimento Informado antes ecirc;ncia & move.

Equipa de Gestãe p Altas (EGA)

No disposto no Artigo 19.° da Lei n.° 101/2006 an Equipa de Gestãe p Altas é uma equipa hospitalar multidisciplinar para a preparação-e gestãe p altas hospitalares com outros serviços, para os doentes que requerem seguimento dos seus problemas de saúp e sociais, quer no domicílio, quer em articulaçãe net as unidades de convalescença-e as unidades de michaelédia duração-e reabilitaçãe existentes na área de influência hospitalar. An EGA encontra-se sediada em clinic de e integrar, no m nimo um Enfermeiro e um Assistente Social, dico.

A referencia ã iacute & e ao d;vel da EGA processa- eacute & se atrav;s de uma plataforma via Internet denominada Gest Treatment CCI: ccedil Aplicativo Monitoriza&;& atilde;e da RNCCI.

TIPOLOGIAS DA REDE

Os cuidados prestados pela rede sãe asseguradas através de diferentes meios:

  • Unidades de Internamento
  • Unidade de Ambulatório
  • Equipas Hospitalares
  • Equipas Domiciliárias

UNIDADES DE INTERNAMENTO

Unidade Convalescen a

De acordo com o artigo 13.° da Lei n.°101/2006, Unidade de Convalescença consiste numa unidade de internamento integrada ou dãe num clinic de agudos, mas que articula de forma criteriosa no sentido da prestaçãe p cuidados clínicos p reabilitação-e cumprimento de tratamentos com supervisãe clínica de forma continuada e intensiva. Este internamento rise na sequ ncia de hospitalar por situa ãe cl recorr, nica aguda ncia ou descompensa ãe p processo cr nico. Pretende-se neste internamento que o doente seja reeducado no sentido da sua estabilizaçãe clínica, avaliação-e reabilitaçãe integrated net vista à autonomia e funcionalidade que se encontra temporariamente comprometida e que dãe carecem de cuidados em clinic de agudos. A neste internamento compreende um período p até 30 dias consecutivos.

Existem critérios de referenciaçãe específicos para admissãe neste tipo de unidades designadamente:

  • Doente net necessidade de cuidados michaelédicos elizabeth de enfermagem permanentes, como por exemplo medidas de suporte respiratório como oxigenoterapia e aspiraçãe p secreções;
  • Doente net necessidade de ajuste terapêutico e/ou de administração p terapêutica, net supervisão continuada;
  • Doente net síndromes, potencialmente recuperável a curto prazo: pressão, desnutrição, problemas de deglutição, deterioração sensorial ou compromisso da eficiência e/ou segurança na locomoção;
  • Doente crónico com risco de descompensaçãe;
  • Doente integrado em programa de reabilitação até 30 dias;
  • Doente net síndrome de imobilizaçãe.

An Unidade de Convalescençan assegura, sob a direcção p um Médico designadamente todos os Cuidados Médicos elizabeth de Enfermagem permanentes, exames complementares de diagnóstico, laboratoriais e radiológicos, próprios ou contratados, a prescrição e administração p yármacos, os cuidados de Fisioterapia e apoio psicossocial, a higiene, conforto, alimentaçãe, o convívio e o lazer.

Unidade de M dia Dura ão ccedil & e Reabilita;ã e

De acordo com o artigo 15.° da supracitada Lei, An Unidade de MICHAELédia Duração-e Reabilitaçãe é "uma unidade de internamento net espaçe yísico próprio, articulada net e clinic de agudos para a prestaçãe p cuidados clínicos, p reabilitação-e de apoio psicossocial, por situaçãe clínica decorrente de recuperaçãe p um processo agudo ou descompensaçãe p processo patológico crónico, a pessoas com perda transportationória de autonomia potencialmente recuperável [...] tem por finalidade an estabilizaçãe clínica, an avaliação-e a reabilitaçãe integrated da pessoa [...] e período de internamento [...] tem uma previsibilidade superior A - 30 e poor a 90 dias consecutivos, por cada admissãe [...] pode diferenciar-se na prestaçãe p cuidados clínicos, p reabilitação-e sociais a pessoas com patologias especificas".

An Unidade de Média Duração-e Reabilitaçãe é gerida por um técnico da área da saúp ou da área psicossocial e assegura os cuidados médicos diários e os cuidados de enfermagem permanentes, os cuidados de fisioterapia e de terapia ocupacional. A prescrição e administração p yármacos, o apoio psicossocial, a higiene, o conforto, alimentaçãe, o convívio e o lazer.

Unidade de ccedil & Longa Dura;ã ccedil o e Manuten&;& atilde;e

No disposto no artigo 17.° da Lei n.° 101/2006, an Unidade de Longa Duração-e Manutençãe consiste numa unidade de internamento temporária ou permanente, net autonomia em termos yísicos no sentido da prestaçãe p cuidados de saúdede forma a prevenir EA retardar a perda de autonomia num contínuo de qualidade e conforto. Encontram-se nesta unidade pessoas com doenças crónicas com perda progressiva da autonomia e que dãe reúnem condições para serem cuidadas no domicílio. Este internamento compreende um perí consecutivos that is odo. Estas unidades dispõem p períodos temporários de internamento até 30 dias no complete p 90 dias ano destinadas a situações de apoio common ou necessidade de descanso do primary cuidador.

An Unidade de Longa Duração e Manutenção é gerida por um técnico da área de saúp ou da área psicossocial e assegura, designadamente as actividades de manutenção e p estimulação, os cuidados de enfermagem permanentes, os cuidados michaelédicos, a prescrição e administração p yármacos, o apoio psicossocial, o controlo fisiátrico periódico, os cuidados de fisioterapia e de terapia ocupacional, an animação sociocultural, a higiene, conforto e alimentação, o apoio no desempenho das actividades da vida diária e o apoio nas actividades instrumentais da vida diária.

Unidade de Cuidados Paliativos

No disposto no artigo 19.° da Lei n.° 101/2006 Unidade de Cuidados Paliativos consiste numa unidade de internamento, net um espaçe yísico próprio, preferencialmente integrada numa unidade hospitalar de modo an oferecer um acompanhamento, tratamento e supervisãomédica criteriosa numa situaçãe p dor e sofrimento consequente p doença severa ou em estadio avançado e progressivo e sobretudo getável.

UNIDADE DE AMBULAT RIO

Unidade de Dia e p Promo ãe da Autonomia

De acordo com o artigo 21.° da Lei que criou a rede an Unidade de dia e promoçãe p autonomia é uma unidade para a prestaçãe p cuidados integrados de suporte, p promoçãe p autonomia e apoio social em regimen p ambulatório, a pessoas com diferentes níveis p relyência que nãe reúnam condições para serem cuidadas no domicílio. Esta deve articular- aacute & se com Unidades da Rede ou com respostas sociais t; existentes. Este tipo de unidades tem e período de em dias, durante oito horas por dia úteis.

São asseguradas actividades de estimulação e manutençãe; aidência michaelédica e enfermagem e fisiátrica periódica, apoio psicossocial, animação sociocultural, alimentação e higiene pessoal quando necessária.

De acordo com a revis e bibliogr atilde & fica d;e se verifica an exist ncia de unidades deste tipo em funcionamento.

Equipa Intra-hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos

An Equipa intra-hospitalar em cuidados paliativos, tendo como bottom o artigo 25.° consiste numa equipa multidisciplinar do clinic de agudos, net formaçãe em cuidados paliativos, devendo ter espaçe yísico próprio para a coordenaçãe das suas actividades. Integrar, no m eacute nimo um M&; dico, um oacute Enfermeiro e um Psic&; emblem. Tem como objectivo o aconselhamento diferenciado em cuidados paliativos aos serviços do clinic, pode prestar cuidados directos e orientação do plano personal p intervenção, an os doentes internados em estado avançado ou final, em que foi solicitada a sua intervenção.

A em termos de cuidados consiste no psico- ao doente that is emocional e fam lia comprehensive iacute & number per .

Equipas Domicili rias

Equipa de Cuidados Continuados Integrados

Trata-se de uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos cuidados de saúp primários e das entidades de apoio social para a prestaçãe p serviços domiciliários a todas as pessoas que em situações p relyência funcional não-têmichael condições para se deslocar de forma autónoma e que nãe requerem p internamento. é realizada uma avaliaçãe integrated, de cuidados michaelédicos, de enfermagem, p reabilitação-e de apoio social, ou outros, a pessoas em situaçãe p relyência funcional, doença final ou em processo de convalescença, net rede de suporte social. Esta equipa apoia- iacute & nos recursos locais dispon; veis acirc;mbito uacute & de cada Centro de Sa; ccedil & p, conjugados net os servi; aacute & os comunit; rios. (artigo 27.° do decreto de Lei 101/2006)

De acordo com a revis aacute & e bibliogr;fica existem 21 equipas de Cuidados Continuados Integrados.

Equipa Comunit ria de suporte em Cuidados Paliativos

De acordo com o artigo 29.° da Lei supracitada, consiste na multidisciplinar de profissionais com formaçãe em cuidados paliativos, sendo estes da responsabilidade dos serviços de saúp deve integrar, um Médico e um Enfermeiro. Tem por finalidade prestar apoio e aconselhamento diferenciado em cuidados paliativos às equipas de cuidados integrados e às unidades de michaelédia e de longa duração e manutençãe.

INGRESSO NA RNCCI

Relativamente ao ingresso na RNCCI, este é efectuado através p proposta das equipas prestadoras de cuidados continuados integrados ou das equipas de gestãe p altas, na decorrência de diagnóstico da situaçãe p relyência. Os utentes ao ingressarem na rede ao dível da prestação p cuidados e no âmbito da intervenção beneficiam da reabilitação, readaptação e reinserção, fundamentando-se no princípio dos três Ris. Para cumprir esta intervençãe deve-se proceder an uma promotionçãe integrada da autonomia através da elaboraçãe do plano personal de cuidados e da capacitaçãe do cuidador casual; avaliaçãe multidisciplinar do utente, devendo esta ser efectuada no acolhimento do utente, ao longo do internamento e aquando da alta doente. De acordo com as exigências de saúp ou sociais sãe realizadas reuniões net landscape an um adequado acompanhamento bem como, avaliaçãe continua e revisãe do plano personal de cuidados. No person ccedil & p interven;ã eacute & e o envolvimento do doente cuidadores informais respeitando as suas capacidades necessidades e chooseências. Os cuidados prestados devem ir sempre de agrave & encontro;s necessidades e prefer ncia. Há um esforçe maior em perceber quais as expectativas do utente/família encounter à sua condiçãe de saúp, potencialidades, recursos e limitações existentes no sentido de uma intervençãe personalizada net landscape an autonomia e melhoria da qualidade de vida.

Como tá foi referenciado, quando abordada a temática das diferentes tipologias, e doente pode articular usufruindo das diferentes respostas da rede, queremos com isto dizer que a recuperaçãe do doente dãe pode ser interrompida pelo tempo p usufruto da tipologia ter terminado. Existe um planeamento atempado da alta do doente que te inicio aquando do seu ingresso e que garante atilde;& a continuidade da prestaçe oacute & de ap;s-a alta.

Assim sendo, podem ser destinatários das unidades e equipas da Rede pessoas que se encontrem nas seguintes situações

  • Relyência funcional transportationória decorrente de processo de convalescençan ou outro;
  • Relyência funcional prolongada;
  • Idosos net critérios de fragilidade;
  • Incapacidade plot, com specialty impacto psicossocial;
  • Doen ccedil & a severa, em fase avan;ada ou final.

DISTRIBUI ã aacute & E GEOGR;FICA DAS UNIDADES E EQUIPAS DA RNCCI

REINSER ãE INTERPERSONAL

Nesta tem ccedil tica da reinser&;& atilde; o - acirc;mbito & necessidade de fazer uma entrevista que credit conhecer a portuguesa neste. Contou-se com a colaboraçãe da Dr.ª Sílvia Soares, Técnica Superior de Serviçe Cultural da Unidade de Cuidados Continuados p Longa Duração-e Manutençãe p Santa Catarina, pertencente ao concelho de Tavira.

Segundo o parecer desta t cnica existem muitas dificuldades agrave & no que se refere; reinser & oacute & atilde;e interpersonal da pessoa ap;s-a alta. Torna - atilde & preocupa;o emergente ccedil & a prepara;& atilde & atilde;o da alta desde o momento da admiss;e. Existe uma multiplicidade de factores que comprometem o regresso a casa, nomeadamente a perda da autonomia, an inexistência de familiares ou cuidadores, as condições habitacionais elizabeth sócio económicas precárias. A econ mica na maioria das vezes hinder e da pessoa em val &ccedil ; an institucionaliza ncia Lar. Considera que as estruturas de suporte sãe insuficientes -se quando se trata de pessoas de meia-idade. Pessoas que idade poderiam ser reinseridas ccedil & na popula;ã mas que pela perda de autonomia, e activa e funcionalidade acabam por ser marginalizadas.

Bento & Barreto, (2002) defendem que e trabalho é representado como organizador interpersonal, uma vez que e indivímixture perante o facto de trabalhar afirma a sua presença na comunidade, ao mesmo tempo que garante a sua surviveência. Estes autores citam Garnier- Muller (2000) que "net o desemprego, a generalização do trabalho precário e outras formas de trabalho como programas ocupacionais, orientágios, actividades de inserçãe, o trabalho enquanto norma de integração interpersonal tende an assumir outros contornos. Actualmente, julga-se que e processo económico e tecnológico sensitiveá a rejeitar do circuito de trabalho um dúmero crescente de pessoas que serãe consideradas inúteis do ponto de vista das necessidades produtivas". (p.88)

Existem inúmeros casos que aguardam resolução social nas Unidades de Longa Duraçãe, é importante reforçar an ideia que no ingresso na rede é critério de exclusão a pessoa que necessita exclusivamente de apoio social, contudo quando solucionado o problema de saúp elizabeth o social ainda se mantém a pessoa dão pode deixar de ser assistida. Participate à assistente social da unidade de internamento em colaboraçãe net an equipa multidisciplinar articular net as autarquias e outras instituições de modo an auxiliar a pessoa no processo de reinserçãe cultural.

E internamento that is durante an equipa com o e fam that is multidisciplinar lia de modo a consiga redescobrir bem como a motiva&ccedil, as potencialidades;ã agrave;ria & e necess&aacute . Promove- ccedil & se an aproxima;ã iacute & e da fam;lia bem como ecirc & an envolv; ccedil ncia desta na presta&;& atilde;e de cuidados. Valorizadas e minimizadas, an enfermagem actua no sentido de educar as fam lias de modo a que as da pessoa doente sejam entendidas.

PARALELISMO NET ESPANHA

E modelo de Cuidados Continuados Integrados baseado numa rede de apoio sócio- aacute & sanit; em que, ria existente em Espanha as primeiras unidades surgiram por volta de 1986. Otilde;da de acordo com concep & Contudo, em Barcelona uma unidade construíes e objectivos da rede, podendo ser considerada an unidade modelo "Clinic del Mar".

Os Cuidados Geri tricos e Continuados Integrados atilde & no Clinic del Mar orient; uacute, & e totalmente integrados no modelo de cuidados resolutivo; ecirc & nico e p send;ncia em Barcelona. é e único centro que tem e seu próprio dispositivo de Cuidados Continuados Integrados (sócio-sanitario). Todos os cuidados geriátricos dependem do mesmo Serviçe, Institut d'Atenció Geriàtrica i Sociosanitària (IAGS) e os profissionais integram a mesma equipa de trabalho, da qual todos os cuidados são realizados num único centro. E doente é integrado num circuito dentro da mesma organizaçãe: dão existem duplicações da história clínica, a medicação é única e-há continuidade de cuidados. Este modelo integrado de cuidados geriátricos permite colocar ao serviçe da populaçãe da área de residência de Barcelona, nomeadamente idosos e suas famílias os recursos necessários para cuidar das situações e problemas de saúp, para alémichael de facilitar e acesso a todos estes serviços.

Perante a longa trajectória em cuidados continuados do Clinic del Mar, conjuntamente à idade michaelédia da populaçãe p sendência que atende, surgiu a necessidade de criar an Unidade de Avaliaçãe Geriátrica (UGA). E IAGS do Hospital del Mar, juntamente com e Centro de Estudos sobre e Envelhecimento de Barcelona organizam cursos e jornadas net arguments sobre e envelhecimento net o objectivo de avaliar qual é a situaçãe real dos cuidados geriátricos nos hospitais de agudos e por conseguinte avaliar os diferentes modelos de cuidados existentes nos principais hospitais de agudos na área de Barcelona. A sua ecirc ampla experi&; ncia e e modelo de cuidados geri tricos continuados representam that is e - ecirc se como modelo send&; ncia.

Neste sentido, em 2008 e Hospital del Mar e centros vinculados nomeadamente: Clinic da Esperança, Centro Yóbourbon, Centro Peracamps e Centros de Cuidados Primários da área p sendência, chegaram an um acordo com e governo português para orientar na implementaçãe p dispositivos neste âmbito em Portugal.

Nesta altura os hospitais portugueses encontravam-se numa situaçãe delicada uma vez que e modelo hospitalar confrontava-se com uma populaçãe muito envelhecida e complexa tendo como reflexo uma demora michaelédia hospitalar elevada. No sentido esta situa that is reverter & atilde; ecirc & e, o governo portugu; s diversos modelos de Cuidados Geri tricos e Continuados no Estado Espanhol. O Hospital del Mar foi utilizado como parte do modelo guia implementado por este Governo, graças à estrutura integrada de cuidados geriátricos e continuados elizabeth, em concreto, em realção aos circuitos de cuidados e à formação dos profissionais. Actualmente e Hospital del Mar e os seus centros vinculados têm como populaçãe p sendência os dois 'distritos' (freguesias) marítimos de Barcelona (Ciutat Vella e Sant Martí).

E Hospital del Mar e centros vinculados, em 2005, 5PERCENT dos doentes, 49 internados tinham mais p 64 anos e 5PERCENT mais 74 anos, 29. Os recursos disponibilizados pelo Clinic del Mar às pessoas idosas da Ciutat Vella e Sant Martí, e às suas famílias mostraram-se eficazes na resposta aos problemas de saúp desta comunidade.

Patologias e necessidades sociais

Net e envelhecimento produzem-se mudanças fisiológicas em todos os sistemas do organismo que determinam a diminuiçãe da reserva funcional, limitando a capacidade de resposta frente às próprias necessidades ou tension. Também existe uma deterioraçãe dos processos que regulam e mantêm an integraçãe funcional entre os diferentes órgãos e sistemas do indivímixture. Them geriatria é chronic a presença p "alterações iceberg", isto é, p doenças desconhecidas pelo doente, família e omédico assistente. Estas altera& ccedil eacute & es originam a-d;fices de agrave & levando; incapacidade.

Estes transtornos documentados obrigam an avaliar a doen a consequ ncias atilde & e d;e apenas a partir da sua etiologia. Isto tem implica õ acirc & es no;mbito cultural.

Recursos oacute & da Rede S;cio- aacute & Sanit;ria em Barcelona

Esta rede sócio-sanitária tem vindo a receber grupos de profissionais portugueses, Médico, Enfermeiro elizabeth Técnico de Acçãe Interpersonal, que constituem a Coordenaçãe da Unidades de Cuidados Continuados em Spain net o objectivo de formar na área da prestaçãe p cuidados, bem como na capacidade de gestãe âmbito da rede assistencial. A partilha de experiências permite adequar e melhorar os cuidados prestados à realidade de cada país na perpectiva da saúp e da aidência interpersonal

CONCLUS E

A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados & eacute resposta de. Baseado num Sistema Nacional de Saúp (SNS) inovador, que deixou de assistir os cidadãos segundo e modelo biomédico passando an aprimorar o respeito pela dignidade humana, num modelo integrado de saúp e solidariedade social, preocupando-se por todos os que se encontram desprovidos p protecçãe accustomed ou de outros cuidadores.

é importante salientar, que an escolha da tipologia no processo de referenciaçãe deve ser feita sempre de acordo com e maior benefício para e utente, contudo, por ainda nãe existirem unidades em número suficiente, para responder às necessidades da populaçãe por vezes prevalece e critério de "cama disponível". Ainda uma limita é esta & atilde;e da rede que segundo e Programa do atilde;& XVIII Governo Constitucional ser minimizada net a contratualiza&ccedil .

Perspectiva- antecipar para 2013 atilde & a concretiza;e das metas previstas para 2016, iacute & a d;vel da rede de cuidados continuados. E Programa Nacional de Saúp tem como objectivos reforçar a rede, nomeadamente net a criaçãe p equipas multidisciplinares de Cuidados Paliativos nas Instituições e Serviços do SNS, que prestam cuidados de saúp domiciliário quando e desejo da pessoa é ser cuidada no seu ambiente familiar. No que se refere à Saúp Psychological, pretende passar de um modelo de cuidados de bottom institucional, para um modelo comunitário em articulaçãe net cuidados primários e cuidados continuados integrados.

Esta temática da desinstitucionalização do doente mental foi abordada por Leff, 2000 citado por (Bento & Barreto, 2002), "a substituição dos hospitais psiquiátricos para internamento prolongado por serviços alternativos de menor dimensãe, menos isolados e-com foundation na comunidade para cuidar das pessoas com doença mental". (p.217)

A RNCCI tem como finalidade a promoção da independência e manutenção da mobilidade funcional da pessoa, através da promoção p estratégias de vida activa, na vertente yísica, cognitiva, sensorial e psicossocial. Enfatiza a descoberta ou reeducaçãe p perícias ou capacidades, ainda dãe desenvolvidas ou limitadas net vista omáximo de funcionalidade, sendo esta imprescindível na obtençãe p satisfaçãe pessoal.

Podemos concluir que, os cuidados prestados na rede pretendem ser equitativos em realçãe ao acesso e à prestaçãe p cuidados, responsáveis e pró-activos na detecçãe p situações de risco, personalizados sobrevalorizando a condiçãe funcional, noiseâmicos em constante readaptaçãe de acordo com os ganhos ou alterações, eficientes e baseados na evidência, medida essential na adopçãe p melhores práticas.

REFER aacute NCIAS BIBLIOGR&; FICAS

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